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Baile

setembro 22, 2016

Vai e vem
Altos e baixos
Encontros
Reencontros
E nesse balanço
Vou vivendo
Como quem dança forró
Com a vida.

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Felipe Silva

Venho

setembro 15, 2016

Impulso
Pulso
Eu pulso
Imediato
Prazer
Sem jogos.
Quer vinho?
Traga a taça
Beberemos juntos
Sem delongas.
Quer jogar?
Sente na outra cadeira.
Não sou de partidas
Gosto de chegadas.
Venha!

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Felipe Silva

Carnaval

setembro 14, 2016

 

Pensei nos lugares
De alguns carnavais
Fiz até uma marcha

“Tamandaré, São João
Brejão, Carpina
Garanhuns, Lajedo
Pau amarelo, Pina
Jucati, Penedo
E a vida, dançarina”

Festa profana
Anual
Foram tantos anos
Que nem vi
Que envelheço junto
Com as serpentinas.
Perdi as contas,
Mas anotei
Do meu jeito.

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Felipe Silva

Pirulito

setembro 13, 2016

Balançando os cabelos
Correndo lá de fora
Foi logo entrando
Onde a doçura mora
Quando fui falar,
Já tava linda embora.

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Felipe Silva

Vice

setembro 7, 2016

O outro
A outra
Os outros juntos
Em outro mundo.

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Felipe Silva

Baseado em poesia

agosto 30, 2016

Escrevi um verso
Numa seda.
A ultima.
Precisei dela
E traguei poesia
Como sempre
Só que de forma
Diferente.

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Felipe Silva

Assombro

agosto 23, 2016

A rua se tornou escura, o pavimento parecia brilhar um pouco mais que os poucos postes de luz amarelada. Logo a frente, uma pequena ladeira. No momento em que chega a esquina, observa a sombra de quatro cavaleiros com lanças, que se movem rapidamente em sua direção. procurou abrigo com um amigo, e adentrou. Quando falou o ocorrido, eles falaram que era estória de trancoso criada por causa da sombra dos cachorros. Ao sair observou-se que a sombra dos cavaleiros eram iguaizinhas realmente a dos cachorros.

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Felipe Silva