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Platonismo homérico.

novembro 20, 2015

platao_homero

Nas veredas que entranham a vida, vômitos de amor acontecem. O homérico que se torna platônico, e que se passa em tempos miúdos como se fossem plantões eternos.

O estômago vazio, expulsa o que não mais tem, afim de transformar o corpo em seu próprio combustível. Mera rebeldia de tempos parados. Alguma esperança de barriga cheia se vai com o cuspe que borda um prato pomposo.

Espinhas de esperança que surgem, porém inflamam e explodem na velocidade de Herodes para Pilatos. Alargando com sangue e lágrimas os canyons de uma paixão roubada.

E agora apenas o que resta é o talo da cereja que sempre acompanhou a torta amada e agraciada em tantos banquetes. Mas que assim seja. Ao menos essa construção gastronômica enfeita a mesa de um outro alguém. Mas lá sempre estará a digital de quem acompanhou o fazer.

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Felipe Silva

 

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