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Florear

abril 3, 2016

É tempo de brotar
Alimentar borboleta
Soltar cor no chão
Atirar sem espoleta
Começar sentir brisa
Que passa na violeta

Pra mim é a caneta
Dos versos naturais
Que escreve no solo
Faz dos vasos murais
Pintando a natureza
Com traços angelicais

São águas matinais
Que banham as raízes
E fazem os brotos rirem
Como eu, aprendizes
Desta alegria simples
Que esquece diretrizes

Me banho em chafarizes
De águas puras e claras
Como planta, eu broto
Pétalas azuis, tão raras
Pra colar em teu riso
Ou até em outras caras.
.

.

Felipe Silva

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