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Samba

agosto 11, 2016

Com todo o charme
De só quem faz café
O balançar dos cachos
Parecendo um balé
Deve ser doce de leite
Tal qual um sacolé

Não sei como é
Que isso desatina
O samba no dedilhar
Adentrando a retina
Com a voz adocicada
Que só cangote de menina

Parece que a cortina
De um teatro se abriu
Uma atriz muito risonha
No meio da luz surgiu
E como encantamento
Num instante sumiu.

.

.

Felipe Silva

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